Priscila Cadore / Governo do Tocantins

Divulgação WebRelatório final do inquérito que apurava a morte da professora Danielle Christina Lustosa é concluído e encaminhado ao Ministério Público

Foi concluído nesta sexta-feira,9, pela Polícia Civil do Estado o relatório final do Inquérito Policial que apurava a morte da professora Danielle Christina Lustosa Grohs, ocorrido em 18 de dezembro de 2017, na região Sul da Capital.

As investigações realizadas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Palmas, evidenciaram a materialidade do crime de homicídio, após exame pericial necroscópico, realizado pelo Instituto Médico Legal de Palmas, indicar asfixia mecânica por esganadura como a causa da morte da vítima.

A autoria do crime, por sua vez, recaiu sobre Álvaro Ferreira da Silva, ex-marido da vítima, e Marlla Cristina Barbosa Santos, que, com ele, mantinha relacionamento afetivo, após colheita de inúmeras provas testemunhais, perícias em local do crime e do cruzamento de dados de telecomunicação e de informática que envolviam os investigados.

O "casal" foi indiciado pela prática de homicídio qualificado, sendo o relatório final encaminhado ao Ministério Público Estadual, sem a necessidade de requerimento de prorrogação de prazo para conclusão do inquérito, já que o procedimento foi finalizado no prazo legal.

Paralelamente ao indiciamento, a Polícia Civil requereu, ainda nesta sexta, 9, a decretação da prisão preventiva de Álvaro Ferreira da Silva. O indiciado estava recolhido na Casa de Prisão Provisória de Palmas, desde o dia 11 de janeiro, em cumprimento a prisão temporária de 30 dias, também requerida pela DHPP Palmas, e estava prestes a ser posto em liberdade. Com o novo pedido, acolhido, na mesma data, pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Palmas, Álvaro permanecerá preso, à disposição do Poder Judiciário, até ser julgado pelo crime.

A possibilidade de o indiciado vir a intimidar ou atentar contra a vida ou integridade de testemunhas e o fato de já ter se evadido do local em outra oportunidade, fez com que a prisão preventiva fosse necessária para a manutenção da ordem pública, conveniência da instrução criminal e para assegurar a aplicação da lei penal.

O caso Danielle Christina

A professora Danielle Christina Lustosa Grohs foi encontrada morta, em sua residência, na Quadra 1004 Sul, no dia 18 de dezembro de 2017. A vítima apresentava sinais aparantes de estrangulamento e havia registrado ocorrência, dois dias antes, de violência doméstica praticada pelo ex-marido, o médico Álvaro Ferreira da Silva.

O autor das lesões foi submetido à prisão até ter sua liberdade condicional decretada judicialmente, em audiência de custódia, no dia seguinte aos fatos. Após a constatação da morte de Danielle Christina, o ex-marido foi procurado pelas autoridades policiais, mas evadiu-se da cidade e, por semanas, impossibilitou a intimação para ser interrogado.

Equipes da Polícia Civil do Tocantins, com apoio das polícias civis de São Paulo e Goiás, fizeram a captura de Álvaro na cidade goiana de Anápolis, em 11 de janeiro de 2018.

Álvaro e Marlla foram interrogados duas vezes na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa da Capital e indiciados por homicídio qualificado.

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Glener Machado

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